Era um namoro chamado perfeito tinha: amor, carinho, atenção e compreensão. Era aquele amor em que tudo era lindo, em que saiam juntos para jantar, para passear, namorar, conversar, enfim, durante muito tempo foi sempre assim!
Ela amava-o, e ele amava-a. Mas algo de inesperado aconteceu: ela engravidou.
Ela contou-lhe que estava grávida. Mas ela não queria ter o bebé, pois ao ter o bebé pensava que o seu relacionamento não iria ser mais o mesmo e que o corpo se iria deformar - e que, por isso, ele podia arranjar outra (além do mais, depois ela tinha de ficar com o bebé em casa e assumir as responsabilidades, arrumar a casa e trabalhar). Seja que por motivo for, ela era uma adolescente e não sentia preparada. Todavia, ele insistiu e ela acabou por decidir ter a criança.
O tempo passou e a criança nasceu; mas uma mudança radical sucedeu: aquele rapaz, que ela tanto amava, que lhe dava atenção, respeito, compreensão e amor, começou a desligar-se… na mente dela, isso só podia ser resultado de uma traição, e começou também a desligar-se dele. Apesar de estarem a viver juntos estavam cada vez mais longe um do outro… Toda as noites ela chorava de tristeza e desilusão, por coisas que ela tinha de aguentar e se calar, coisas que o coração não podia aguentar, as saídas dele, à noite, jantares com amigas, deixando-a com o filho sozinhos em casa. Ela chegou a ver-lhe o telemóvel, mensagens e chamadas, por tudo e por nada desconfiava dele… farta desta situação, foi resolver as coisas com ele e pedir-lhe satisfações …mas ele reagiu com violência, física, desta vez.
Com revolta e desgosto ela quis ir embora de casa mas ele pediu-lhe perdão… ambos conversaram e chegaram à conclusão que cada um tinha assumido comportamentos violentos, à sua maneira; com diálogo, aperceberam-se qual tinha sido o seu principal problema: a falta de diálogo em assumir um compromisso tão grande, como a vinda de um filho. A partir daí decidiram não cair no mesmo erro!
Ele pediu-lhe perdão e jurou nunca mais lhe bater…como ela o amava e ele amava-a, decidiu dar-lhe mais uma oportunidade, mas jurou que se ia embora na próxima vez que ele lhe batesse. Pois bem, estão juntos até agora… com os seus pequenos desentendimentos, mas nada que o amor e o diálogo não superem.
Nádia Solange, CEF 1B, Escola Secundária de Camarate
Ela amava-o, e ele amava-a. Mas algo de inesperado aconteceu: ela engravidou.
Ela contou-lhe que estava grávida. Mas ela não queria ter o bebé, pois ao ter o bebé pensava que o seu relacionamento não iria ser mais o mesmo e que o corpo se iria deformar - e que, por isso, ele podia arranjar outra (além do mais, depois ela tinha de ficar com o bebé em casa e assumir as responsabilidades, arrumar a casa e trabalhar). Seja que por motivo for, ela era uma adolescente e não sentia preparada. Todavia, ele insistiu e ela acabou por decidir ter a criança.
O tempo passou e a criança nasceu; mas uma mudança radical sucedeu: aquele rapaz, que ela tanto amava, que lhe dava atenção, respeito, compreensão e amor, começou a desligar-se… na mente dela, isso só podia ser resultado de uma traição, e começou também a desligar-se dele. Apesar de estarem a viver juntos estavam cada vez mais longe um do outro… Toda as noites ela chorava de tristeza e desilusão, por coisas que ela tinha de aguentar e se calar, coisas que o coração não podia aguentar, as saídas dele, à noite, jantares com amigas, deixando-a com o filho sozinhos em casa. Ela chegou a ver-lhe o telemóvel, mensagens e chamadas, por tudo e por nada desconfiava dele… farta desta situação, foi resolver as coisas com ele e pedir-lhe satisfações …mas ele reagiu com violência, física, desta vez.
Com revolta e desgosto ela quis ir embora de casa mas ele pediu-lhe perdão… ambos conversaram e chegaram à conclusão que cada um tinha assumido comportamentos violentos, à sua maneira; com diálogo, aperceberam-se qual tinha sido o seu principal problema: a falta de diálogo em assumir um compromisso tão grande, como a vinda de um filho. A partir daí decidiram não cair no mesmo erro!
Ele pediu-lhe perdão e jurou nunca mais lhe bater…como ela o amava e ele amava-a, decidiu dar-lhe mais uma oportunidade, mas jurou que se ia embora na próxima vez que ele lhe batesse. Pois bem, estão juntos até agora… com os seus pequenos desentendimentos, mas nada que o amor e o diálogo não superem.
Nádia Solange, CEF 1B, Escola Secundária de Camarate